quarta-feira, 21 de julho de 2010

TRABALHO VOLUNTÁRIO: DEFINIÇÃO E MOTIVAÇÃO

Marília Leonarda Cavalcante Gomes
Administradora pela Universidade Estadual Vale do Acaraú – UVA



RESUMO

O trabalho voluntário ganha espaço nos dias de hoje, existem ações, instituições, equipes e grupos de pessoas que realizam esse trabalho. Identifaca-se nesse artigos as definições e as motivações para a realização deste trabalho.

Palavras-Chaves: Trabalho voluntário, motivação.

DEFINIÇÃO DO TRABALHO OU SERVIÇO VOLUNTÁRIO

Para entender o que significa trabalho voluntário, faz-se necessário primeiro entender o que é Trabalhador obrigatório ou Empregado, segundo prof. Carlos Henrique Bezerra Leite, “É uma espécie de trabalhador subordinado que, com tal ânimo, de forma não eventual e mediante remuneração, coloca pessoalmente a sua força de trabalho à disposição de outra pessoa física ou jurídica, em decorrência de um contrato de trabalho”

Para a Associação Internacional de esforços Voluntários -International Association for Volunteer Efforts - IAVE: “Trata-se de um serviço comprometido com a sociedade e alicerçado na liberdade de escolha. O voluntário promove um mundo melhor e torna-se um valor para todas as sociedades”.

Segundo a ONU, a Organização das Nações Unidas: “O voluntário é o jovem ou o adulto que, devido ao seu interesse pessoal e ao seu espírito cívico, dedica parte do seu tempo, sem remuneração alguma, a diversas formas de atividades, organizadas ou não, de bem estar social ou outros campos.”

A Fundação Abrinq pelos Direitos da Criança, define voluntário como: “ator social e agente de transformação, presta serviços não remunerados em benefício da comunidade; doando seu tempo e seus conhecimentos, realiza um trabalho gerado pela energia de seu impulso solidário, atendendo tanto as necessidades do próximo ou aos imperativos de uma causa, como à s suas próprias motivações pessoais, sejam estas de caráter religioso, cultural, filosófico, político ou emocional”.

Diantes das definições, entende-se por trabalhador voluntário, a prestação de serviços de forma gratuita realizada por um ou vários cidadãos a entidades públicas ou privadas sem fins lucrativos com objetivo de favorecer, esclarecer, ajudar e garantir os direitos humanos aos seus semelhantes.

MOTIVAÇÕES PARA O TRABALHO OU SERVIÇO VOLUNTÁRIO

Segundo Mônica Corullón, no artigo "O Trabalho Voluntário": “Uma das razões frequentemente apontadas para o engajamento em trabalhos voluntários é que nas atividades diárias não existem muitos desafios nem realizações, nem liberdade de ação suficiente, e nas empresas em geral não existe uma missão, apenas conveniência."

Os voluntários sentem-se realizados ao executarem o trabalho voluntário, sentem seu dever de cidadania praticado, vê-se realizando um ato de respeito e amor ao próximo. Sentem-se socialmente útil, praticando o bem, beneficando o outro e a si mesmo, e buscando junto com beneficiários o desenvolvimento que se almeja alcançar.

Os voluntários praticam esse trabalho como uma forma de exercer sua cidadania e garantir a defesa dos direitos humanos, eles não veêm esse trabalho apenas como uma forma de caridade ou filantropia, mas sim algo mais concreto de direito da humanidade.

CONCLUSÃO

O trabalho voluntário cresce entre os cidadãos, com foco de cidadania, defesa dos direitos humanos, realização pessoal com a sociedade e o meio em que vive, além do ato belo de amor pelos seus semelhantes. As práticas de trabalho voluntário são motivadas pelo bem estar causado pelo exercício do trabalho, bem como sua importância social.

BIBLIOGRAFIA

REIS, Jair Teixeira dos, Trabalho voluntário e os direitos humanos, Monografia apresentada ao Curso de Aperfeiçoamento de Direitos Humanos e Direitos dos Cidadãos promovido pela PUCMinas Virtual. Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, Belo Horizonte (MG) - 2001
CORULLÓN, Mônica, artigo O Trabalho Voluntário, elaborado para o Programa de promoção do Voluntariado do Conselho Comunidade Solidária, Publicado na Página de internet do Centro de Voluntariado de Santa Fé do Sul-SP.

O SISTEMA ADMINISTRATIVO NO TERCEIRO SETOR

Marília Leonarda Cavalcante Gomes
Administradora pela Universidade Estadual Vale do Acaraú – UVA



RESUMO

A administração é em si é essencial para todo e qualquer sistema empresarial, institucional ou organizacional. O artigo presente vem propor algumas diferenças no sistema administrativo do terceiro setor comparado aos demais setores.

Palavras-Chaves: Administração, terceiro setor

ADMINISTRAÇÃO DO TERCEIRO SETOR

A administração institucional no terceiro setor não difere muito da administração das organizações do Primeiro ou Segundo Setores, há algumas diferenças circunstanciais próprias do Setor.

Para Andres Pablo Falconer, no artigo "A Promessa do Terceiro Setor" onde ele cita O’Neill, que especifica oito distinções entre a administração do terceiro setor e os demais setores diante das teorias de administração moderna. São:

Propósito/Missão: Obter recurso financeiro, para organizações sem fins lucrativos, é subsidiário ao propósito de prover algum bem ou serviço; enquanto para as empresas privadas, a provisão de produtos ou serviços tem por objetivo gerar dinheiro, ser lucrável.

Valores: Todas as organizações têm valores próprios, mas é no terceiro setor que esses valores são os propósitos centrais.

Aquisição de recursos: Organizações do terceiro setor recebem dinheiro das mais variadas fontes: vendas de serviços, doações de indivíduos, “grants” de fundações, empresas e governo, resultados de investimentos patrimoniais etc. A aquisição de recursos no terceiro setor é, portanto, uma tarefa altamente complexa e demandante de uma variedade de técnicas e conhecimento, enquanto que as empresas normalmente obtêm recursos através da venda de produtos e serviços e os órgãos governamentais obtêm a maior parcela de seus recursos através de impostos.

Botton line (resultados): No terceiro setor não há a mesma clareza existente no mercado quanto ao que representa um bom resultado e quais são os melhores indicadores de eficiência e eficácia.

Ambiente legal: A legislação que incide sobre o terceiro setor difere significativamente das leis dos outros setores, particularmente no que diz respeito à aplicação dos recursos e à tributação.

Perfil do trabalhador: No terceiro setor, uma parcela do trabalho é realizada por voluntários não remunerados. O tipo de atividade realizada, o nível de qualificação dos trabalhadores e a forma de remuneração diferem no terceiro setor da realidade do Mercado e do Estado.

Governança: A estrutura de poder e tomada de decisão no terceiro setor atribui um papel importante ao conselho da entidade, formado por voluntários que não devem se beneficiar dos resultados da organização. A relação entre o conselho e o corpo profissional tende a ser mais próxima do que ocorre no Estado e no Mercado.

Complexidade Organizacional: O’Neill argumenta que uma “nonprofit” é tipicamente mais complexa do que uma organização empresarial, no tipo e variedade de serviços prestados, na relação com múltiplos públicos, na dependência de fontes de recursos e outras dimensões

Fonte: Adaptado de Sampaio (p. 3)


As características apresentadas nesse quadro mostra que as funções de administração no terceiro setor não são diferentes das de qualquer outro setor, mostra apenas que o modo de interpretação, o foco, o perfil são alterados para os valores do terceiro setor. É incorporado também a esse setor sistemas administrativos comuns as outras empresas como o setor financeiro, de RH, de Marketing, de Planejamento, e os específicos do terceiro setor, que é o setor de captação de recurso, fonte essesncial de sustentabilidade do terceiro setor.

Warren MacFarlan, destaca cinco variáveis e as diferenças principais do terceiro setor e dos demais.

SETOR PRIVADO

MISSÃO:Crescer a capitalização de mercado através de produtos e serviços
INDICADORES: Performance financeira
LIDERANÇA:O Diretor Executivo é o chefe único
COMPOSIÇÃO DO CONSELHO: Pequeno, Comitês executivos relativamente limitado em áreas, Comitês eleitos são relativamente inativos, Não tem comitês operacionais
MEMBROS DO CONSELHO: Perfil previsível, normalmente profissionais senior, Regra previsíveis, Horas previsíveis, Longa permanência, Altos salários

SEM FIM LUCRATIVO

MISSÃO: Oferecer serviços a constituintes chaves
INDICADORES: Performance financeira balanceada com outros indicadores
LIDERANÇA: O Diretor Executivo se reporta ao conselho
COMPOSIÇÃO DO CONSELHO: Grandes, Comitês executivos são vitais mas podem ficar fora de controle, Constantes eleições de comitês de trabalho, Necessidade de comitês operacionais
MEMBROS DO CONSELHO: Perfil diverso, normalmente incorporação de doadores potenciais, Regras diversas, Horas antisociais, Alto turnover, Expectativa de doação

CONCLUSÃO

Fica claro que as diferenças administrativas existentes entre o terceiro setor e os demais são a mudança de foco e valores. Os processos e sitemas são os mesmos, mas com a essencia alterada para o foco de cada setor.

BIBLIOGRAFIA

Sampaio, José A. Z., Organizações do Terceiro Setor: sua estrutura e funções sistêmicas
Falconer, Andres Pablo, A Promessa do Terceiro Setor, Rets, Revista do terceiro setor, www.rits.org.br/rets/ediçoes , Ano 2, no. 96, 31- 07- 2000
McFarlan, F. Warren, Working on Nonprofit Boards: Don’t Assume the Shoe Fits, Harvard Business Review, November – december 1999


ELABORAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS: UMA BUSCA PELO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

Marília Leonarda Cavalcante Gomes
Administradora pela Universidade Estadual Vale do Acaraú – UVA

RESUMO

A elaboração de projetos é o primeiro passao para a capção de recurusos para financias as atividades ocorridas no terceiro setor, saber identificar cada item é fundamental para o sucesso da comtemplação do projeto e realização do desenvolvimento sustentável.

Palavras-Chaves: Elaboração de Projetos.

CONCEITO

"Projeto é um empreendimento planejado que consiste num conjunto de atividades interrelacionadas e coordenadas, com o fim de alcançar objetivos específicos dentro dos limites de um orçamento e de um período de tempo dados." (APREMAVI, 1999 apud ONU, 1984)

Um projeto nasce como resposta a um problema real, como uma solução. Projeto é a projeção em papel de tudo que é necessário para a realização das atividades que são feitas em conjunto e que buscam uma finalidade, uma meta. No projeto estão descrimidados os objetivos, os meios, os recursos, os resultados esperados, enfim todas as etapas, metodologias, o que se pretende alcançar...

O projeto bem formulado e elaborado reflete seu nível e qualidade, transmite credibilidade e confiança na equipe que realizará o projeto proposto.

Os projetos pode quanto à sua natureza; de pesquisa, científico ou tecnológico. Quanto à sua extensão: de assessorias, consultorias, treinamentos, cursos, projetos culturais, palestras, etc. Quanto ao seu ensino; de interesse interno ou externo. Quanto à sua administração; de manutenção e de expansão

Para a elaboração do projeto ser completa, é interessante que ela siga um roteiro, que é importante para que nenhuma ação indispensável para a execução do projeto seja esquecida, ou passe desapercebida pelo financiador.
 
A formulação de um projeto deve quase orgânica, de forma que uma etapa complete a seguinte.

A baixo alguns itens essenciais para uma boa elaboração de projeto.

Identificação do projeto: contendo título, local de implementação, levando em consideração que é importante o nome do projeto ser sujestivo, claro e que lembre ou indique o objetivo do mesmo.

Identificação do proponente/executor: contendo nome, endereço completo, forma jurídica, CGC, representante legal e ato que lhe atribui competência, área e tempo de atuação, coordenador do projeto e sua equipe e seu endereço. Idenfica também os parceiros do projeto. Também é importante contar um pouco do histórico do proponente, outros projetos realizados, número de beneficiário já favorecidos.

Caracterização do problema e Justificativa: Identificar o problema que motivou a elaboração do projeto e a sua justificativa por realiza-lo, são um dos principais ítens do corpo do projeto, pois estão neles o porquê, a razão de ser, a relevância do projeto. É importante ter objetividade, clareza e coerência .

Objetivos: Devem ser formulados como a solução do problema proposto na etapa anterior.

Geral: Corresponde ao produto final que se pretende atingir, identifica o que se quer alcançar durante a realização e após o termino, mostrando sustentabilidade do projeto.

Específicos: Correspondem as ações a serem realizadas para alcançar o objetivo geral.

Público-alvo: Qualificar e quantificar os beneficiários(as) que serão atendido com a execução do projeto

Metodologia e Plano de implementação: É o modo como o projeto será executado, as metodologias, formas e técnicas usadas para a realização do projeto, é importante que seja bem definida e clara, pois é a metodologia que garante aos avaliadores/financiadores, a certeza de que os objetivos do projeto tem condições reais de serem alcançados.

Metas: São os objetivos específicos quantificados e qualificados.

Recursos: Referente ao pessoal, financeiro, logísticos, físicos, temporais, comunicacionais, informativos, etc.

Cronograma: Identificação do tempo de cada etapa metodológica seqüenciada, bem como do tempo total do projeto.

Orçamento: É a identificação do recurso financeiro necessário para a realização do projeto, pode conter itens como material de consumo e expediente; custos administrativos; serviços de terceiros; diárias e hospedagem; material permanente; obras e instalações, pagamento dos profissionais envolvidos, compra de alguns materiais, etc.

Contrapartida: São as despesas que ficam sob responsabilidade da proponente, pode ser qualquer tipo de despesa contida no orçamento do projeto.

Revisão bibliográfica: É importante identificar referências bibliográficas que conceituem o problema, ou sirvam de base para a ação.

CONCLUSÃO

A elaboração de projeto, é um trabalho detalhado e de essencial importancia para a captação de recurso para projetos sociais. Um projeto bem detalhado e bem elaborado possui maior chance de se contemplado, e de ter seus objetivos alcançados.

BIBLIOGRAFIA

IACZINSKI SOBRINHO, António. Elaboração e execução de projetos. Florianópolis: UFSC/SEPLAN/COPROJ, [199_]. (Apostila de curso)
PROCHNOW, Míriam; SCHAFFER, Wigold B. Pequeno manual para elaboração de projetos. Rio do Sul: APREMAVI/AMAVI/FEEC, 1999. (Apostila de curso)

TERCEIRO SETOR: UMA REALIDADE AUTO-SUSTENTÁVEL

Marília Leonarda Cavalcante Gomes
Administradora pela Universidade Estadual Vale do Acaraú – UVA

RESUMO

O Terceiro Setor nos últimos anos vem apresentando-se fortificado e consolidado, resultado de uma auto-sustentabilidade que vem ocorrendo nesse setor. A auto-sustentabilidade citada nesse artigo não é somente referente as questões financeiras, mas é principalmente focada nas questões organizacionais e de gestão das instituições do terceiro setor, na seriedade, clareza e nobreza das causas e lutas defendidadas pela instituição.

Palavras-Chaves: Terceiro Setor, auto-sustentável, gestão organizacional.

AUTO-SUSTENTABILIDADE

Sustentabilidade é a condição de se manter, e auto-sustentabilidade é a condição de se auto manter, de prosseguir e conservar com a sua própria existência. Entende-se como a referência à suporte, à segurança, à sustentável, e pode estar relacionada as questões financeiras, materiais ou morais. A falta de sustentabilidade causa o desequilíbrio ou morte.

A auto-sustentabilidade administrativa organizacional nas instituições do terceiro setor, é o resultado de ações e atividade administrativas e de gestão bem articuladas, oriundas de um projeto institucional, que tem como meta uma política adminstrativa de excelência, que analise o pluridimensional, desde a identidade institucional, a razão de ser da instituição, bem como suas causas, seus stakeholders, seus beneficiários e colaboradores, focando sempre na promoção humana.


A auto-sustentabilidade do Terceiro Setor não é um fenômeno voluntário, nem tecnicista, nem isolado, é fruto de um contexto de trabalho de pessoas que buscam uma causa, que possuem importância no desenvolvimento social local ou regional, e das relações administrativas institucionais com o meio em que está inserida, como os governos e suas políticas públicas, possuindo uma visão estratégica de futuro, que promova suas ações, sua comunicação, seus recursos humanos e principalmente sua gestão estratégica.


FATORES CONDICIONANTES PARA A SUSTENTABILIDADE DO TERCEIRO SETOR.

Como foi citado, a auto-sustentabilidade no Terceiro Setor não é algo voluntário, e sim é resultado. Pode-se identificar como fatores condicionantes para a auto-sustentabilidade:

Nobreza da causa: Devido ao respeito pelas causas nobres que estão ligadas à dignidade e ao respeito da pessoa humana, que são na maioria das vezes os focos do terceiro setor

Significatividade social: É a razão de ser, a missão, os valores, a importância social, os benefícios já realizados, a Responsabilidade Social que a ONG realiza.

Capacidade de busca: A busca por soluções, a captação de recursos e realização de projetos de desenvolvimento, o profetismo, ou visão de futuro, para enxergar problemas que ainda estão por vir e já encontrar soluções para os mesmos.

Visão estratégica: Saber pensar e agir estrategicamente e de maneira sustentável

Recursos Humanos: Saber motivar, respeitar, trabalhar em equipe, possuir um setor de RH de qualidade é de fundamental importância para manter uma equipe realizada

O projeto institucional: Possuir um projeto institucional que desempenhe de forma clara os valores e missões, que identifique o foco, o público, as atividades e que favoreça identidade institucional.

Infra-estrutura física e técnica: Possuir equipamentos que auxiliem no trabalho, como computadores, telefones, carros, sede própria bem localizada, toda a documentação legalizada, isso favorece a credibilidade e dá liberdade nas atividades

Comunicação com a sociedade: Realizar comunicação é fundamental para estreitar os laços, dar credibilidade e mostrar presença. Participar de feiras, eventos, ações culturais são atividades importantes para um boa comunicação externa.

Oferta de serviços e produtos: A finalidade principal das ONG's não é lucratividade, mas captar recursos de fontes próprias é interessante para a sustentabilidade financeira, realizar capacitações, consultorias, treinamentos, palestras é uma fonte justa e honesta de captação de recursos próprios, pois favorece o desenvolvimento e envolvimento com as causas

Fonte: Adaptado de Ribeiro (2003, p. 11)


CONCLUSÃO

A auto-sustentabilidade no terceiro setor já é uma realidade, as ONG's estão se encontrando em um mundo competitivo, a captação de recursos, o encontro de profissionais qualificados, dedicados e que se identifiquem com as causas torna o terceiro setor um meio competitivo e acirrado, e a auto-sustentabilidade nesse momento é praticamente um meio de sobrevivência.


BIBLIOGRAFIA

RIBEIRO, A. de Assis, A auto-sustentabilidade do terceiro setor. Seminário sobre SUSTENTABILIDADE e TERCEIRO SETOR, UNAMA (Universidade da Amazônia), Belém-PA, Outubro 2003; Debate sobre o tema Sustentabilidade e parceria - Cursos de pós-graduação em Gestão do Terceiro Setor, UNAMA, Setembro 2003. Belém-PA; IV Assembléia Nacional da Associação Damas Salesianas, Araxá-MG, 9-11/07/2004.